A desembargadora Eva do Amaral Coelho, do Tribunal de Justiça do Pará, recebeu mais de R$ 117 mil brutos em março de 2026, segundo dados do Portal da Transparência.
A magistrada gerou repercussão após criticar, em sessão realizada no dia 9 de abril, uma decisão do Supremo Tribunal Federal que limita o pagamento de benefícios acima do teto constitucional.
Durante a sessão, ela afirmou que a situação financeira da magistratura é “muito triste” e disse que juízes podem, no futuro, não conseguir pagar despesas básicas. Também declarou que a categoria pode chegar a um “regime de escravidão”.
A desembargadora ainda criticou o uso do termo “penduricalhos” para benefícios e afirmou que há magistrados com dificuldades para custear despesas como consultas médicas e medicamentos.
A decisão do STF integra medidas para restringir pagamentos que ultrapassem o teto constitucional no serviço público, especialmente no Judiciário.
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